4º OLHAR DE CINEMA -  FESTIVAL INTERNACIONAL DE CURITIBA

O conceito desta edição surgiu da vontade de se tornar leve, sair do enraizamento, de ser expansivo. O movimento e a energia foram os guias dentro deste universo de subjetividade. A luz é uma das coisas mais fascinantes, sem ela não teríamos cor, cinema, a natureza seria muito diferente e o céu seria apenas um vazio. A vibração de uma cor pode movimentar sentidos. O rosa surge, vêm para chocar e impactar. O leve flutua e a superfície já não existe mais. O momento de calma surge, a respiração fica lenta, cabelos dançam entre as pequenas partículas que preenchem o infinito. Este é o tempo que o movimento imprimiu.

 

Fotografia: André A. Sanches / Estúdio LAK    //    Modelo: Anna Momm


 
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